Da responsabilidade do Operador do Estabelecimento, destinam-se a controlar a situação na origem e a limitar as suas consequências, em especial para as pessoas presentes no estabelecimento ou instalação. Garante também a execução dos procedimentos de emergência necessários face aos cenários de acidentes graves identificado, assim como a mobilização dos recursos humanos e materiais disponíveis internamente.
Para além da elaboração do Plano de Emergência Interno, considera-se de igual importância a fase de implementação do mesmo, que compreende um conjunto de acções de sensibilização e formação de todos os intervenientes, destacando-se:
- Sensibilização Geral em Emergência
- Formação específica para Coordenadores de Evacuação
- Formação em Primeiros Socorros
- Formação em Utilização de Extintores
- Formação de Equipas de 2ª Intervenção
Para terminar a fase de implementação, e após a realização das acções de formação e divulgação do Plano de Emergência, deverá ser realizado um Simulacro onde se vai testar e avaliar o Plano de Emergência Interno.
O Plano de Emergência Interno é um documento dinâmico devendo ajustar-se permanentemente à realidade da organização, designadamente quando houver alterações dos riscos presentes e dos meios de protecção e intervenção existentes. Assim, e pelo menos uma vez por ano, deve ser efectuada uma revisão do Plano de Emergência Interno e realizado um novo Simulacro. Só desta forma se pode garantir que o Plano de encontra permanentemente implementado.
Relacionados com os Planos de Emergência Internos existem ainda as Plantas de Emergência, a serem afixadas em locais apropriados. Estas fazem parte da implementação do Plano de Emergência e possibilitam a transmissão de informação importante na vertente de segurança, não só para as pessoas que habitualmente se encontram na instalação, mas também para os eventuais visitantes ou pessoas externas à instalação.
Exemplo de Plantas de Emergência
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